Novos shoppings no bairro Parangaba (CE)

domingo, abril 8th, 2012 | Bairros, COFECI, Construtoras, Construção Civil, Consumidor, Financiamento, Lançamentos, Mercado, Pesquisa, corretores de imóveis | Comente!

Mercado de shopping centers no Brasil cresce. Em Fortaleza não é diferente. O bairro da Parangaba, nos anos 70 e 80 considerado carente de infra-estrutura, hoje tem status de boas residências, condomínios, prédios, bancos, colégios e supermercados. Ganhará dois shoppings centers até 2014. Um do grupo do qual faz parte o North Shopping e outro da construtora Marquise (imagem abaixo).

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O ritmo das obras do Parangaba Shopping está avançado. Depois da etapa de terraplanagem, o próximo passo será adiantar a parte logística da obra, que inclui a instalação de elevadores e escadas rolantes. Segundo o engenheiro responsável pela construção do Shopping, Julio Leite, é possível acompanhar o andamento das obras: “Fizemos um cercamento vazado de toda área a ser construída, para que a população veja o processo das instalações e acompanhe cada etapa deste grande projeto”, disse.

Quem vai estar no Shopping

Grandes lojas já confirmaram presença no Shopping. A C & A foi uma das primeiras âncoras a assinar contrato. As Lojas Marisa, Riachuelo e Renner também.

Ficha técnica do Shopping

Com 32 mil metros quadrados de área bruta locável e um mix de 306 lojas, o Shopping Parangaba terá também lojas da Centauro, Casa Pio, C. Rolim, MC Donald’s, Esplanada, Magazine Luiza, Game Station e seis salas de cinema UCI com projeção 3D e área de lazer com praça de alimentação. Tudo completamente climatizado.

Alugar, comprar ou construir?

domingo, abril 8th, 2012 | Construção Civil, Consumidor, Curiosidade, Dicas, Financiamento | Comente!

Quem quer alugar? Depende da situação de cada um. No Brasil há uma máxima e o sonho de sair do “fantasma” do aluguel e comprar a casa própria. As ofertas de financiamento fizeram as vendas dispararem e as locações de alguns tipos de imóveis diminuírem. Mas os compradores ainda estão inseguros do que fazer: comprar, alugar ou construir?

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“O melhor é poupar os 20% exigidos para o financiamento, se planejar para as próximas parcelas e depois adquirir o próprio imóvel – seja pronto ou na planta”, disse o especialista em finanças Francisco Sousa.

Depois de definido que é a hora de comprar, o que fazer: construir ou procurar um imóvel pronto? Segundo o especialista, é difícil o comprador financiar o terreno e a obra. Ao menos que já tenha o terreno e opte apenas pelo empréstimo da construção.

Construção

Construir geralmente fica mais barato, você faz tudo do seu gosto, não precisa pagar comissão para as construtoras e imobiliárias, mas é exatamente aí que mora o perigo. “É preciso analisar para não fazer um imóvel fora do padrão da vizinhança, tem que tomar cuidado para não exagerar e estourar o orçamento, casas têm menos liquidez do que apartamentos – então se você faz muito diferente das demais ou opta por um projeto muito específico, tem mais dificuldade no momento da venda”, alertou um construtor ouvido pelo site.

Além disso, os custos com os profissionais do setor são altos. A mão de obra é cara, pois tem poucos profissionais preparados e de confiança - os bons já estão lotados de serviço. É preciso contratar um profissional experiente e confiável para coordenar a obra, além de ficar de olho diariamente no que os profissionais contratados estão fazendo.

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Imóvel na planta

Outra opção é adquirir imóveis na planta. “Você encontra boas condições de parcelamento e nos atuais condomínios conta com toda uma infraestrutura de playground, piscina, salão de festas, entre outros itens de lazer. Uma casa também pode ter isso, mas os custos são altos já que você mesmo terá que construir, a não ser que o lote onde será construída a casa esteja em um loteamento com toda a estrutura de lazer descrita”, reforça Jeane.

A dica é sempre: pesquisar, pesquisar e pesquisar. É importante se informar das opções que existem no mercado, fazer uma análise do que é melhor para a família, em quanto tempo e qual o valor, e também conversar com amigos e conhecidos que já tenham construído, comprado imóveis na planta ou prontos. Sempre serão compartilhadas dicas que te ajudarão na decisão final.

Cuidados ao comprar imóvel na planta

domingo, abril 8th, 2012 | Arquitetura, COFECI, CRECI-CE, Condomínios, Construtoras, Construção Civil, Consumidor, Curiosidade, Dicas, Financiamento, Lançamentos, Pesquisa | Comente!

Os consumidores de imóveis devem ficar atentos ao escolherem construtoras que vendem imóveis na planta. Algumas delas praticam algumas ações danosas: capitalização de juros institucionalizada; atraso na entrega das obras; cláusulas contratuais abusivas; vícios construtivos; cobrança de taxas indevidas; e, como se fosse pouco, também são pressionados quando a construtora deixa de pagar o banco que financiou a obra.

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Quando a construtora deixa de pagar alguma parte da dívida que faz junto ao banco para construir o imóvel, é comum que o banco notifique os compradores dos apartamentos ou casas que foram construídos, de que vai retomar os imóveis se eles não pagarem a dívida da construtora, negando-se também a liberar carta de quitação mesmo para aqueles consumidores que já tenham quitado a dívida do imóvel junto à construtora.

José Geraldo Tardin, presidente do IBEDEC, diz que a conduta é abusiva por parte dos bancos e o consumidor não deve se deixar intimidar pelas cobranças, recorrendo ao Judiciário caso haja alguma notificação de retomada do imóvel.

Tardin lembra que existe a Súmula 308 no STJ Superior Tribunal de Justiça onde está claro que eventual hipoteca firmada pela construtora em favor do banco é ineficaz em relação ao comprador do imóvel.

No Distrito Federal um exemplo é o Banco de Brasília BRB que vem pressionando compradores de imóveis da Construtora Argus, sobre suposta dívida existente entre o banco e a construtora, notificando os compradores dos apartamentos de que iria retomar os imóveis.

A situação é tão absurda que mesmo uma consumidora que já quitou seu imóvel com a construtora no Condomínio Residencial José Ricardo, como é o caso da consultora Marteci Nascimento de Brasília (DF), foi notificada que teria o imóvel retomado pelo BRB.

Ela recorreu ao Judiciário e através de decisão do Juiz Giordano Resende Costa, da 6ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal, conseguiu impedir o BRB de tomar-lhe o imóvel. Na decisão, o julgador lembrou que o cerne da questão é que os dois empresários que figuram no pólo passivo, com o intuito de auferir vantagens e lucro, pactuaram um contrato de empréstimo bancário, sendo ofertados os imóveis a serem construídos e vendidos como garantia. Ocorre que as partes sabiam que estes imóveis seriam vendidos para terceiras pessoas (consumidores de modo em geral), tanto que no próprio contrato de financiamento há expressa previsão neste sentido. Esta situação engendrada pelas partes cria um mecanismo pernicioso e perigoso para os direitos do consumidor, que no caso em apreço é terceiro de boa-fé, assim como demonstra ser um abuso de direito, pois o credor fiduciário irá satisfazer o seu direito utilizando não o patrimônio do devedor, mas sim de terceira pessoa de boa-fé.

SERVIÇO:

Quem estiver passando por problemas semelhantes aos relatados deve procurar o banco para buscar a liberação da hipoteca e não deve aceitar pagar qualquer quantia fora do pactuado no contrato.

Quando ainda houver parcelas pendentes de pagamento, o consumidor deve resguardar-se através de uma ação de consignação em pagamento judicial, para que a Justiça decida se quem deve receber as parcelas faltantes do contrato é a construtora ou o banco.

Caso o banco ameace ou notifique o consumidor sobre eventual retomada do imóvel, o consumidor deve recorrer ao Judiciário para impedir a ilegalidade do banco e obter a liberação da hipoteca e eventual indenização por prejuízos sofridos em relação à negócios desfeitos ou impossibilidade de entrar e usar do imóvel.

O IBEDEC dá orientações gratuitas a todos os consumidores através do site www.ibedec.org.br, pelo telefone (61) 3345-2492 ou no escritório localizado na CLS 414, Bloco C, Loja 27, Asa Sul, em Brasília (DF).

No site do IBEDEC ainda é possível ter acesso a Cartilha do Consumidor - Edição Especial Construtoras, que aborda este e outros problemas enfrentados pelos consumidores de imóveis.

Construção volta ao ritmo normal

sábado, março 10th, 2012 | Construção Civil, Consumidor, Mercado, Pesquisa | Comente!

A atividade da construção voltou ao nível usual nesse início de 2012, depois de se manter retraída desde julho de 2011. Em janeiro, o indicador do nível de atividade em relação ao habitual no primeiro mês do ano retornou aos 50 pontos. A informação é da Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira, 24.02. Os indicadores variam de zero a cem pontos e valores acima de 50 pontos indicam aumento da atividade, atividade acima do usual e expectativa positiva.

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Na comparação com dezembro, contudo, a atividade da construção recuou, com 47 pontos, abaixo, portanto, da linha divisória dos 50 pontos., O número de empregados foi outro indicador que também diminuiu em janeiro frente ao mês anterior, com 49 pontos.

O economista da CNI Danilo Garcia afirma que a retomada da atividade em relação ao ritmo costumeiro para os meses de janeiro pode representar um indício consistente de reativação do setor. “Apesar do nível da atividade haver recuado sobre dezembro, seu comportamento em comparação ao habitual pode significar que a construção está recuperando o ritmo compatível com sua importância na economia”, sublinha Garcia.

Otimismo – O otimismo cresceu entre os empresários da indústria da construção em fevereiro. Para os próximos seis meses, há expectativa de melhora em relação ao nível de atividade, a novos empreendimentos e serviços, a compras de insumos e ao número de empregados. Este clima positivo é liderado pelo segmento dos serviços especializados, seguido pelo de obras de infraestrutura.

Sobre as perspectivas para o nível de atividade, o índice foi de 62,2 pontos (contra 58,6 pontos em janeiro). Já as perspectivas para novos empreendimentos e serviços ficaram em 62,2 pontos (quando era de 58,1 em janeiro), o de compras de insumos e matérias-primas registrou 62,1 pontos (contra 58 no mês anterior) e o de número de empregados atingiu 60,8 pontos (em janeiro havia sido de 57,8 pontos).

A Sondagem Indústria da Construção foi realizada entre 1º e 14 de fevereiro com 436 empresas, das quais 143 de pequeno porte, 189 médias e 104 grandes.

Cinco motivos da alta imobiliária no Brasil

domingo, março 4th, 2012 | Construção Civil, Consumidor, Curiosidade, Mercado, corretores de imóveis | Comente!

Esta notícia compartilho do site Yahoo, é muito interessante e explica os principais motivos da alta do mercado imobiliário no País. Abaixo a íntegra:

Os preços dos imóveis registraram forte valorização nos últimos anos, motivados, segundo especialistas, por uma série de fatores - entre eles, a estagnação de preços nos anos anteriores, a maior oferta de crédito e a ascensão das classes C e D.

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Nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, a valorização atingiu 25,5% no Brasil, de acordo com o índice FipeZap. Mas será que ainda há espaço para mais alta? Há quem diga que sim e há quem tenha opinião contrária. Para você tirar suas próprias conclusões, especialistas listaram 5 motivos para que os preços dos imóveis subam este ano – e 5 para que eles caiam (ou fiquem estáveis).

Motivos para que os preços subam: Para o CEO da Vitacon Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel, os imóveis devem continuar se valorizando em 2012.

Confira as razões apresentadas pelo executivo:

1 - Crescimento e estabilidade econômica

O crescimento da economia brasileira e a estabilidade econômica atingida pelo País nos últimos anos continuarão a ser, na opinião de Frankel, os principais drivers para o aquecimento do mercado imobiliário e o consequente aumento dos preços dos empreendimentos.

2 - Queda na taxa de juros

A queda da Selic (taxa básica de juro) também tende a estimular a economia e aumentar a procura por crédito, fazendo com que os preços dos imóveis continuem em trajetória ascendente.

3 - Escassez de terrenos

Para o executivo, a escassez de terrenos, principalmente nos grandes centros urbanos, deve continuar fazendo com que os imóveis sejam negociados a preços elevados. Isso porque, ao comprarem terrenos cada vez mais escassos, as incorporadoras e construtoras precisam repassar os custos para os compradores, ocasionando uma elevação do preço das unidades lançadas.

4 - Capacidade de consumo e crédito

A ascensão das classes C e D e a capacidade de consumo do brasileiro, aliadas à boa oferta de crédito, continuarão impulsionando o preço dos imóveis para patamares mais elevados em 2012, acredita o executivo.

5 - Aumento de preços de mão de obra e materiais

Por fim, na opinião do CEO da Vitacon, o aumento de preço de mão de obra e dos materias de construção deve ser outro motivo para que o preço dos imóveis suba este ano.

Motivos para os preços caírem (ou ficarem estáveis)

Já o vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do Livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado, aponta alguns motivos para que os preços fiquem estáveis ou até mesmo caiam em 2012:

Grande oferta de imóveis

O especialista ressalta que nunca se construiu tantos empreendimentos imobiliários quanto agora. “Hoje já vemos muitos empreendimentos prontos, com vários apartamentos disponíveis para a venda”, diz. Segundo ele, é interessante acompanhar de perto os relatórios anuais das empresas incorporadoras, para ver se o estoque aumentou. “Se aumentou, é sinal de que a demanda diminuiu - ou que construíram mais do que a demanda”, afirma.

Os preços já atingiram níveis muito altos

Calado também aponta que os preços dos imóveis chegaram a um patamar muito alto. “Prova disso é que os brasileiros já começam a achar atrativos os preços nos Estados Unidos”, pontua.

Condições de crédito

De acordo com o especialista, as condições de crédito e limite para uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), de R$ 500 mil, também continuam sendo impeditivos para as pessoas financiarem os imóveis.

Demanda menor

O especialista também ressalta que havia uma demanda reprimida por imóveis, mas não era uma demanda infinita. “Hoje muita gente já comprou o seu imóvel. É claro que sempre vai ter mais gente para comprar, mas o que vimos nos últimos anos foi um “boom”, com todos querendo comprar. Os lançamentos eram vendidos em um final de semana”, exemplifica.

Preço mais estabilizado dos terrenos

O coordenador do curso de Real Estate da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), João da Rocha Lima Júnior, também aponta que não há nenhuma razão para que os imóveis continuem subindo este ano. Segundo ele, entre os motivos para que os preços caiam ou permaneçam estáveis, está o fato de que os terrenos, apesar de escassos, estão com preços mais estabilizados. “Hoje há um maior equilíbrio, algo que não acontecia algum tempo atrás. Com muitas empresas disputando poucos terrenos, eles acabaram ficando muito mais caros e inflando o preço dos imóveis”, ressalta.

Feira para condomínios em Santos, São Paulo

domingo, março 4th, 2012 | Condomínios, Construção Civil, Consumidor, Evento, corretores de imóveis | Comente!

Autoridades e empresários de diversos segmentos do setor de construção estão confirmados no evento que acontece na Associação dos Engenheiros

A FEICASA – Feira de Produtos e Serviços para Casas e Condomínios, maior evento do setor de construção civil da Baixada Santista, que acontece de 31 de maio a 03 de junho no Mendes Convention Center, em Santos (SP), fez um evento de lançamento para convidados e autoridades. O encontro foi quinta passada, 1º de março, na AEAS – Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Santos.

Patrocinadores e expositores já confirmados estarão no local para apoiar a divulgação para demais empresários do mercado e autoridades regionais. “É um momento de encontrar nossos parceiros e convidar mais empresas para a feira. A Feicasa pretende reunir mais de 100 segmentos de produtos e serviços do setor de construção” afirma Carlos Honorato, sócio da Fire Mídia, promotora do evento. “É pra sair com a casa pronta!”.

A FEICASA é destinada a empresas do setor de construção e equipamentos e ao público em geral interessado em construir, reformar ou equipar seu lar. Dados do Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo) apontam cerca de 20 mil novos apartamentos e casas construídas desde 2007 na região. Além disso, mais de 50% desses empreendimentos estão em Santos, o que faz da cidade a escolha ideal para sediar o evento. A feira é aberta ao público e acontece de 31 de maio a 03 de junho de 2012, das 15h às 22h, no Mendes Convention Center (Av Francisco Glicério, 206 – Gonzaga – Santos/SP). Mais informações: www.feicasa.com.br

Venda de retroescavadeiras no Ceará movimenta 60 milhões

domingo, março 4th, 2012 | Construção Civil, Curiosidade, Mercado | Comente!

Nos últimos anos, o setor da Construção Civil tem se destacado como um dos que mais cresce em todo o País. Somente em 2010, a expansão do setor foi de 11,6%, o melhor desempenho dos últimos 24 anos, de acordo com o Estudo Setorial da Construção – 2011, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Com isso, também tem sido impulsionada a venda de máquinas para utilização no setor, como a retroescavadeira que, somente no Ceará, chega a movimentar 60.000.000 em vendas por ano.

Retroescavadeiras estão tendo boas vendas devido ao crescimento do mercado imobiliário no Brasil

Retroescavadeiras estão tendo boas vendas devido ao crescimento do mercado imobiliário no Brasil

“O mercado cearense é muito promissor. Hoje, em média, o Ceará compra 300 retroescavadeiras por ano, no total, movimentando cerca de R$ 60.000.000”, afirma o sócio administrador da Baldessar Máquinas, Alessandro Baldessar. “Nossa intenção é obter pelo menos 20% desse mercado e vender 60 retroescavadeiras por ano no Estado”, completa, acrescentando que, no próximo dia 1º de fevereiro, será inaugurada em Fortaleza a loja Baldessar Máquinas, especializada em venda de máquinas, peças e prestação de serviços para diversos setores, com destaque para a Construção Civil.


O empreendimento, que possui unidades em Teresina (PI), Picos (PI) e Parnamirim (RN), será o único no Ceará a comercializar produtos da Randon Veículos, empresa gaúcha tradicional, que atua desde a década de 1970 no ramo. De acordo com o sócio administrador da Baldessar Máquinas, Alessandro Baldessar, incialmente, será vendida a nova retroescavadeira 2012 da Randon Veículos, que possui como principal destaque o motor MWM, série 10, com 113 HP, considerado o mais econômico, mais potente e de mais fácil manutenção do mercado.

Em breve, também será lançada a escavadeira hidráulica Randon de 21 toneladas. A Baldessar Máquinas também irá comercializar outros produtos e peças no Ceará, como caminhões fora de estrada, utilizados principalmente por mineradoras e pedreiras, manipuladores telescópicos e guindastes da Madal Palfinger.

ASSISTÊNCIA E CAPACITAÇÃO

A Baldessar Máquinas também atua fortemente na assistência técnica, indo até o local onde as máquinas estão e dando todo o suporte necessário aos proprietários. A empresa também oferece capacitação de mão de obra para operar as máquinas. “Na hora da venda, damos as instruções sobre como operar as máquinas, mas também podemos negociar a oferta de um curso profissionalizando ao operador. Nós também oferecemos ao cliente a opção e comprar a máquina já segurada. Temos o seguro mais barato do mercado, equivalente a 1% do valor da máquina”, completa Alessandro Baldessar.

SERVIÇO

Baldessar Máquinas

Endereço: BR-116, Km 13, nº 3300 – Santa Maria

Telefone: (85) 3274-5446


Maior floresta vertical do mundo

sábado, dezembro 31st, 2011 | Condomínios, Construção Civil, Curiosidade | Comente!

Em construção na cidade de Milão, cada apartamento do Bosco Verticale terá árvores plantadas na varanda

Floresta Vertical Bosco Verticale na Italia

Floresta Vertical Bosco Verticale na Italia

Duas torres residenciais, sustentáveis e inovadoras estão em construção em Milão, Itália. Com 110 e 76 metros de altura, o Bosco Verticale, ou bosque vertical, é um projeto único. O que define e diferencia a torre de Milão é que será a primeira floresta vertical do mundo, com cada apartamento com uma varanda com árvores plantadas. No verão, as árvores irão sombrear as janelas e filtrar a poeira da cidade, no inverno, o sol irá brilhar através dos ramos nus.

Os dois prédios serão cobertos por um sistema que otimiza, recupera e produz energia, ao mesmo tempo que filtra a poluição do ar.

O projeto está em fase de construção no bairro de Isola e tem por objetivo fazer frente ao crescimento urbano e à ausência da natureza na cidade. As torres terão sistemas de energia eólica e fotovoltaica para aumentar o grau de autossuficiência energética e a irrigação será feita pelo reaproveitamento da água cinzenta produzida pelo edifício.

“É um projeto de reflorestação metropolitana, que contribui para a regeneração do ambiente e biodiversidade urbana sem a implicação de expandir a cidade sobre o território. Ao longo dos edifícios vão existir 900 árvores, juntamente com outros tipos de vegetação e plantas, que vão ajudar à criação de um microclima e a filtrar as partículas contaminadas do ar. A diversidade de plantas e as suas características produzem umidade, absorvem CO2 e as partículas sujas, produzindo, assim, oxigênio e protegendo da radiação e da poluição acústica, promovendo a melhoria da qualidade de vida e o armazenamento de energia”, explica Stefano Boeri, arquiteto responsável pelo projeto.

Boeri argumenta que esta é uma resposta necessária à expansão da cidade moderna. O Bosco Verticale é o primeiro elemento na proposta BioMilano, em que um cinturão verde será criado ao redor da cidade e 60 fazendas abandonadas na periferia serão restauradas para uso da comunidade. Com informações do Stefano Boeri.

Fonte: Ciclo Vivo

Loteamentos: como investir bem

sábado, dezembro 31st, 2011 | Mercado | Comente!

Tradicionalmente adotada por aqueles que desejam construir a residência de acordo com os seus sonhos e orçamento, a compra de lote começa a ganhar espaço como investimento. De acordo com o diretor da Vallor Urbano, Sergio Pereira, no setor de loteamentos “a lucratividade é algo inerente ao próprio negócio, e pode ser potencializada em momentos e locais com maior facilidade de liquidez. A valorização de um lote, historicamente, nunca é inferior a 30% em termos reais”, explica.

Loteamentos podem ser ótimo investimento

O diretor da Vallor, empresa especializada na urbanização de áreas residenciais e industriais, recomenda a quem pretende comprar um lote, para construir ou investir, ficar atento à regularidade do empreendimento, para não correr o risco de adquirir frações de terras que, na realidade, são fruto de ocupações irregulares, vendidas ilegalmente.

Pereira alerta que o resultado da compra de um lote sem a devida precaução é a destruição do sonho do comprador e, consequentemente, o risco do capital investido. Ele recomenda como primeira providência exigir a matrícula do lote. “É como se fosse uma certidão de nascimento. A matrícula deve estar registrada no Cartório de Registro de Imóveis”, adverte. O especialista explica que, em seguida, é importante checar na prefeitura se o empreendimento está com todas as licenças válidas.

“Tanto o cartório, quanto a prefeitura têm obrigação de fornecer estas informações”, orienta, acrescentando que, normalmente, as empresas sérias do setor de loteamentos disponibilizam tais informações nos plantões de vendas, por meio de um advogado a postos para esclarecer as dúvidas dos compradores.

Valorização – Quanto à valorização do lote, Pereira diz que depende de vários fatores, estando entre os principais: a localização, o padrão do loteamento, a infraestrutura da área em que se encontra o lote e o tipo de casas que serão ali construídas.

Um exemplo de valorização mencionado por Pereira é o empreendimento realizado pela Vallor Urbano em Ribeirão Preto (SP), chamado Giardini Dei Fiori. Um lote no local, vendido em maio de 2005 por R$ 18 mil, nos dias atuais é revendido por R$ 75 mil. Em seis anos, a valorização de um lote alcançou 316%, e o preço médio de venda das casas, construídas ali em um lote padrão, é hoje de R$ 200 mil.

Pereira comenta que em apenas seis anos, considerando que, no período, a variação das cadernetas de poupança foi 59,17%, o lucro real gira em torno de 162%. “O comprador recuperou seu capital corrigido e ainda ganhou mais de três vezes o valor aplicado. Esta margem de lucro pode ainda ser potencializada, quando se agrega ao lote a construção de uma casa”, diz.

O cenário para a valorização – Além da documentação do lote, recomenda o diretor da Vallor Urbano, o comprador deve verificar outras questões, tais como a disponibilidade de energia elétrica, esgoto e captação de águas pluviais, asfalto, guias e sarjetas.

Sem essas características, diz o especialista, o empreendimento não está qualificado para ser bem sucedido. E reforça, comentando que, hoje, não se pode pensar em desenvolvimento urbano, e consequentemente, na valorização do produto, sem que haja a garantia de implantação de toda infraestrutura necessária.

O especialista comenta ainda que, em alguns empreendimentos, é adotada uma iniciativa criativa para minimizar os custos das obras de infraestrutura, como o rateio entre os adquirentes, ao preço de custo, de alguns dos benefícios urbanos exigidos pelas prefeituras, para a aprovação do loteamento.

“Essa é uma maneira econômica e viável para assegurar o lucro e valorização ainda maior do investimento”, analisa Sérgio Pereira. Atualmente, no Estado de São Paulo, um lote considerado popular custa em média R$ 30 mil, mas existem diversas opções de áreas, que vão desde espaços comerciais a lotes em empreendimentos fechados.

A preocupação com a integração desses novos bairros à cidade e a oferta de comércio no local devem ser observadas, recomenda ainda o especialista, argumentando que tais fatores garantem comodidade aos moradores, geração de renda, e consequentemente, crescimento econômico para a região.

“São raros os empreendimentos exclusivamente comerciais. Normalmente, existem quadras comerciais em projetos de desenvolvimento de novos bairros para assegurar o desenvolvimento do local”, explica. Ainda, segundo o especialista, em função do próprio crescimento da economia e facilidade de crédito, o mercado de lotes voltados ao lazer também tende a crescer nos próximos anos. “Esse segmento deve, em breve, experimentar uma expansão interessante, e terá uma característica bem diferente da que conhecemos hoje”, finaliza o diretor da Vallor Urbano, Sergio Pereira.

Fonte: Imóvel Web

Crédito habitacional em 2012

sábado, dezembro 31st, 2011 | Construção Civil, Consumidor, Financiamento, Mercado | Comente!

O ano de 2011 deve fechar com volume de R$ 117 bilhões em financiamentos imobiliários (30% a mais do que em 2010). Para o próximo ano, a projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP) é de que o montante do crédito habitacional chegue a R$ 152,1 bilhões.

O aquecimento do setor vai de encontro à estratégia do país, que tem no fortalecimento do mercado interno e na ampliação do crédito os pilares para combater a crise internacional neste início de 2012. Com as indefinições nas economias dos países da Europa, a aposta no consumo interno e a redução na taxa de juros são saídas apontadas por muitos economistas.

Mais dinheiro para área habitacional no ano que começa

Mais dinheiro para área habitacional no ano que começa

Envolto a esse cenário, o mercado imobiliário, que tanto tem prosperado nos últimos anos, deve manter, ou aumentar, de tamanho em 2012. Isso porque a demanda e crédito continuarão em alta, segundo especialistas do setor.

“O crédito para financiamento habitacional deve ser expandido pelos bancos, pois a demanda por imóveis está cada vez mais crescente”, acredita Alexandre Lafer Frankel, diretor-presidente da incorporadora Vitacon. Segundo ele, o valor dos imóveis continuará valorizado.

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